Hoje foi a pior noite da minha vida.
Sai chateadíssima da sala de aula.
Pensamos que propor novidades, debates, projetos de aprendizagem seja algo engrandecedor para os alunos, mas a visão que eles têm de uma sala de aula e suas intenções em relação a ela são bem diferentes.
Eu achava que minhas aulas eram boas....achava.
Hoje, um aluno que no início do estágio disse que não queria vir na escola para perder tempo, me disse que não está gostando das aulas.
Ele disse que está vindo pra escola para aprender a ler e a escrever e pensa que perdemos muito tempo com essas conversinhas.
Disse que entende que eu quero trazer coisas novas, mas ele já é adulto e já aprendeu a se defender. Ele trabalha o dia todo e eu também, ele sabe que eu me dedico pra pensar aulas legais, mas acabo fazendo eles perderem tempo.
Me disse que não sabe como veio na aula hoje, porque estava decidido a não vir mais, porque não está aprendendo nada comigo.
O aluno que tem mais dificuldade de escrever disse que gosta das aulas, que tem aprendido coisas que tem ficado dentro dele e que conversar também é importante.
Os demais reafirmaram que estão lá par ler e escrever. O gozado é que eu achava que estava fazendo isso.
Cheguei em casa e folheei meu caderno relendo meus planejamentos dia a dia e não consigo pensar que não tenha oportunizado leitura e escrita como desejam.
A questão é que para eles não há espaço para mais nada, além disso: leitura e escrita.
Eles não querem história, religião, educação física ou arte.
Eu estou tão triste e tão decepcionada, que eu nem sei bem o que pensar.
Eles não querem falar de furacões no PA. Eles não querem debater. Isso tudo é conversinha. Eles querem ler e escrever, 100% tradicional. Estou me sentindo uma ameba!
Semana passada, falamos sobre o Dia do Trabalhador e introduzi a tela Operários da Tarsila do Amaral. Assistimos a vídeos totalizando uns 15 min sobre sua vida e fotos de suas telas, falamos sobre ela e dei revistas e lápis coloridos para fazerem uma releitura da obra dela, Operários. Minha intenção era que apresentassem aos colegas sua obra, falassem sobre ela e depois escrevessem sobre a questão dos trabalhadores, à luz do quadro da Tarsila. Levaram a aula toda pra fazer a releitura e para "explicá-la" aos colegas. Odiaram, detestaram a aula.
Como hoje um aluno, o qual tenho feito menção desde o início, fez questão de reforçar QUE HOJE a aula estava boa, porque leram e escreveram bastante, resolvi abrir o espaço para saber o que estavam achando das aulas.
Quando ele começou a responder tudo que está acima, tive vontade de chorar (segurei o choro), tive vontade de correr (me contive) e tive sinceramente vontade de desistir.
Fiz a Cris (minha irmã) ler meu planejamento de cabo a rabo e a professora titular também. A titular me disse que os alunos reclamaram apenas da aula da Tarsila. No entanto, percebi que para eles o PA também representa uma perda de tempo.
Estou angustiada, mas relendo meu planejamento percebo que contemplo as necessidades de leitura e escrita deles e que a verdade é que é muito difícil romper este ciclo de aulas tradicionais e propor atividades verdadeiramente desafiadoras que os façam pensar e buscar. A visão deles é de que aprende-se a interpretar respondendo perguntas de um texto, não analisando uma realidade.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
domingo, 25 de abril de 2010
18ª Feira do Livro
Foi muito bacana meus alunos olharem com os olhos brilhando aquela tal de Martha Medeiros que pesquisarm no Google e que debatemos em aula.
Ficaram atentos ouvindo seus comentários e depois foram dar uma espiada nos Bloconecos, grupo mineiro que trabalha com a Globo e tem seus participantes trajados com os mais diferentes personagens, desenvolvendo coreografias divertidas e interativas.
No segundo dia, foi muito bacana percebê-los aos risos assistindo Tangos e Tragédias. Eu fiquei me questionando se entenderiam as piadas provocativas do show...mas muitas delas eles não apresentaram no show na cidade. Fizeram tudo muito light.
Estou triste que na próxima semana eles não têm aula na segunda e na terça, por terem ido à Feira. Normas da escola...não há o que fazer.
Passada a angústia de iniciar o estágio, estou tomada pela angústia de pensar que faltará tempo para tudo que desejo trabalhar com ele e explorar todas as dificuldades que percebi.
Esta semana introduzirei o PA. Nossa! Será um grande desafio e acho que ficarão extremamente empolgados.
PErcebo que estão frequentando as aulas muito entusiasmados e sentindo-se valorizados e aprendendo muito. Isso é bom!
Ficaram atentos ouvindo seus comentários e depois foram dar uma espiada nos Bloconecos, grupo mineiro que trabalha com a Globo e tem seus participantes trajados com os mais diferentes personagens, desenvolvendo coreografias divertidas e interativas.
No segundo dia, foi muito bacana percebê-los aos risos assistindo Tangos e Tragédias. Eu fiquei me questionando se entenderiam as piadas provocativas do show...mas muitas delas eles não apresentaram no show na cidade. Fizeram tudo muito light.
Estou triste que na próxima semana eles não têm aula na segunda e na terça, por terem ido à Feira. Normas da escola...não há o que fazer.
Passada a angústia de iniciar o estágio, estou tomada pela angústia de pensar que faltará tempo para tudo que desejo trabalhar com ele e explorar todas as dificuldades que percebi.
Esta semana introduzirei o PA. Nossa! Será um grande desafio e acho que ficarão extremamente empolgados.
PErcebo que estão frequentando as aulas muito entusiasmados e sentindo-se valorizados e aprendendo muito. Isso é bom!
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Ansiedade n.º 954
Palavra do dia: ansiedade.
Como não havia acertado com a professora de iniciar o estágio hoje, por não ter compreendido o calendário da UFRGS, hoje passei a noite assistindo a aula da professora.
Percebi que a divisão de turma vai ser excelente, pois possibiitará que os alunos não-alfabetizados recebam uma atenção especial e os alfabetizados possam alçar voos.
AMANHÃ é o dia.
Já programei a semana toda, postei no planejamento semanal e meu cadernino (porque eu preciso de papel) já tá faceiro com os objetivos e procedimentos da semana.
Passado o pavor, eu tô louca para entrar em sala de aula e colocar em prática tudo que está passando na minha cabeça.
Eu acho que eu vou acabar me encantando com a EJA e esta turma.
Observando-os hoje, percebi-os bastante participativos e críticos; poucos apáticos.
Espero que minhas propostas de descontração, jogos e arte sejam bem vindas, porque percebo que a maioria tem a concepção de que para aprenderem devem estar presos ao caderno, copiando e respondendo mecanicamente. O maior desafio será fazê-los compreender e aceitar meu método.
Mas tenho certeza que acabarão percebendo os benefícios e resultados.
Boa sorte a todos nós!
Como não havia acertado com a professora de iniciar o estágio hoje, por não ter compreendido o calendário da UFRGS, hoje passei a noite assistindo a aula da professora.
Percebi que a divisão de turma vai ser excelente, pois possibiitará que os alunos não-alfabetizados recebam uma atenção especial e os alfabetizados possam alçar voos.
AMANHÃ é o dia.
Já programei a semana toda, postei no planejamento semanal e meu cadernino (porque eu preciso de papel) já tá faceiro com os objetivos e procedimentos da semana.
Passado o pavor, eu tô louca para entrar em sala de aula e colocar em prática tudo que está passando na minha cabeça.
Eu acho que eu vou acabar me encantando com a EJA e esta turma.
Observando-os hoje, percebi-os bastante participativos e críticos; poucos apáticos.
Espero que minhas propostas de descontração, jogos e arte sejam bem vindas, porque percebo que a maioria tem a concepção de que para aprenderem devem estar presos ao caderno, copiando e respondendo mecanicamente. O maior desafio será fazê-los compreender e aceitar meu método.
Mas tenho certeza que acabarão percebendo os benefícios e resultados.
Boa sorte a todos nós!
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Choque
A palavra do dia é choque.
O excesso de atividades a serem cumpridas me deixaram em total pânico: releituras, pesquisas, registros, planejamentos...fiquei me perguntando como dar conta de tudo.
A resposta é só uma: tenho que dar conta de qualquer jeito.
Estou me sentindo um pouco amarrada. Não sei se estou enferrujada pelo tempo em que estou efetivamente distante da sala de aula, ou simplesmente bitolada pelo nervosismo.
Tenho idéias, vontades, mas parece que não consigo conjunturá-las.
Estou confusa quanto ao que a UFRGS pretende, aliás, espera da gente.
Estava habituada a interligar a tal da listinha dos conteúdos mínimos às curiosidades dos alunos e buscar a implementação de atividades práticas, lúdicas, de registro, de análise, de investigação. Mas eu definia no geral as atividades.
Sinto-me confusa quanto ao norte a ser dado ao estágio.
Os temas a serem seguidos para a elaboração das atividades de aula devem seguir as curiosidades dos alunos, certo? Devo envolvê-los, propiciar a análise, a investigação, o registro, a crítica...mas isso é um PA.
Como vou definir o que será estudado pela turma e o que será um PA?
Tá, eu sei que estou falando na primeira pessoa e que devo definir isso tudo com eles. Mas eu preciso dar conta de um planejamento semanal!
Retornei ao Rooda e salvei para releitura vários textos que penso que servirão como embasamento para a elaboração da minha carta de intenções.
Eu posso escrever que o meu objetivo é sair correndo? Não dá, né?
Bem, não é objetivo, não. É vontade.
Mas eu vou superá-la. Eu hei de dar conta.
Me ajuda, professora Elly!
O excesso de atividades a serem cumpridas me deixaram em total pânico: releituras, pesquisas, registros, planejamentos...fiquei me perguntando como dar conta de tudo.
A resposta é só uma: tenho que dar conta de qualquer jeito.
Estou me sentindo um pouco amarrada. Não sei se estou enferrujada pelo tempo em que estou efetivamente distante da sala de aula, ou simplesmente bitolada pelo nervosismo.
Tenho idéias, vontades, mas parece que não consigo conjunturá-las.
Estou confusa quanto ao que a UFRGS pretende, aliás, espera da gente.
Estava habituada a interligar a tal da listinha dos conteúdos mínimos às curiosidades dos alunos e buscar a implementação de atividades práticas, lúdicas, de registro, de análise, de investigação. Mas eu definia no geral as atividades.
Sinto-me confusa quanto ao norte a ser dado ao estágio.
Os temas a serem seguidos para a elaboração das atividades de aula devem seguir as curiosidades dos alunos, certo? Devo envolvê-los, propiciar a análise, a investigação, o registro, a crítica...mas isso é um PA.
Como vou definir o que será estudado pela turma e o que será um PA?
Tá, eu sei que estou falando na primeira pessoa e que devo definir isso tudo com eles. Mas eu preciso dar conta de um planejamento semanal!
Retornei ao Rooda e salvei para releitura vários textos que penso que servirão como embasamento para a elaboração da minha carta de intenções.
Eu posso escrever que o meu objetivo é sair correndo? Não dá, né?
Bem, não é objetivo, não. É vontade.
Mas eu vou superá-la. Eu hei de dar conta.
Me ajuda, professora Elly!
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Arquitetura Pedagógica
Uma das coisas que tem me deixado ansiosa é a arquitetura.
Olhei todas as desenvolvidas pelo Polo de Alvorada e achei bárbaras, mas a gente sempre fica se cobrando que tem que criar algo mega, ultra criativo e dferente. Bem, na recuperação eu não consegui, mas eu vou!
Tenho pensado em readaptar a minha arquitetura.
A forma como foi criada na recuperação é inviável para o desenovlvimento da minha turma.
Pelo pequeno contato que tive com eles, percebi que não conseguiriam inicialmente desenvolver uma visita a vários sítios na internet. Eles nunca usaram computador. Vai ser bacana ver os olhos deles brilhando ao ir domando o bichinho.
Nossa, ao elaborar minha arquitetura eu devo ter abortado as lembranças das primeiras aulas do curso...PÂNICO TOTAL, TOTAL.
Criei uma arquitetura pra alunos de final de curso de Pedagogia, não para alunos de EJA, processo de alfabetização.
Mas eu vou dar um jeito nela! Há de ficar bom.
Olhei todas as desenvolvidas pelo Polo de Alvorada e achei bárbaras, mas a gente sempre fica se cobrando que tem que criar algo mega, ultra criativo e dferente. Bem, na recuperação eu não consegui, mas eu vou!
Tenho pensado em readaptar a minha arquitetura.
A forma como foi criada na recuperação é inviável para o desenovlvimento da minha turma.
Pelo pequeno contato que tive com eles, percebi que não conseguiriam inicialmente desenvolver uma visita a vários sítios na internet. Eles nunca usaram computador. Vai ser bacana ver os olhos deles brilhando ao ir domando o bichinho.
Nossa, ao elaborar minha arquitetura eu devo ter abortado as lembranças das primeiras aulas do curso...PÂNICO TOTAL, TOTAL.
Criei uma arquitetura pra alunos de final de curso de Pedagogia, não para alunos de EJA, processo de alfabetização.
Mas eu vou dar um jeito nela! Há de ficar bom.
Novidades
Empolguei-me tanto em rechear o pbwiki que acabei deixando de lado meu pobre blog (entenda-se pobreza como breve abandono, não falta de conteúdo, por favor).
Deixa eu contar da visita.
Adorei a turma! Muito simpáticos!
Muito entusiasmados! Cheios de vontade de aprender.
Percebi um certo receio por parte de um aluno (que deve ser o sentimento íntimo de muitos) em perder tempo de aula e aprendizagem com a gente...estagiárias...normal...admitamos que nós mesmas como alunos lá no fundinho pensaríamos "Estagiário nada, eu quero meu professor e conteúdo que ele certamente se preocupará em me dar"...é, os velhos preconceitos e paradigmas.
Isso fará com que aumente o compromisso em gerar uma arquitetura pedagógica extremamente motivadora e provocativa, que faça com que os alunos sintam-se instigados e percebam-se evoluindo.
Voltemos à turma...no dia que visitamos a turma, haviam 14 alunos em sala de aula.
Fiquei curiosa em conhecer um pouco da história de cada um, para desvendar um pouco de cada um daqueles rostos.
Foi aí que surgiu a idéia da técnica de integração.
Desenvolvemos a técnica do novelo de lã, onde cada um, após realizar uma fala descrevendo um pouco da sua realidade e seus sonhos, repassava o modelo e uma teia de aranha ia sendo tramada.
Percebi que eels ficaram surpresos ao conhecer a realidade e os sonhos dos colegas.
Percebi muita vontade de aprender e resgatar o tempo perdido...otimizá-lo ao máximo.
Foi uma experiência extremamente interessante! Eu acabei me emocionando. Logo eu, fria que nem água de poço.
Tô muito nervosa. Tenho buscado livros com sugestões de atividades para EJA e pesquisado blog's na internet com atividades desenvolvidas em busca de um norte, uma tranquilidade pro meu coração aflito, que está com medo de não dar conta do estágio e não ser uma boa professora.
Eu confesso que estou em pânico...graças a Deus, eu sei que vai passar.
Deixa eu contar da visita.
Adorei a turma! Muito simpáticos!
Muito entusiasmados! Cheios de vontade de aprender.
Percebi um certo receio por parte de um aluno (que deve ser o sentimento íntimo de muitos) em perder tempo de aula e aprendizagem com a gente...estagiárias...normal...admitamos que nós mesmas como alunos lá no fundinho pensaríamos "Estagiário nada, eu quero meu professor e conteúdo que ele certamente se preocupará em me dar"...é, os velhos preconceitos e paradigmas.
Isso fará com que aumente o compromisso em gerar uma arquitetura pedagógica extremamente motivadora e provocativa, que faça com que os alunos sintam-se instigados e percebam-se evoluindo.
Voltemos à turma...no dia que visitamos a turma, haviam 14 alunos em sala de aula.
Fiquei curiosa em conhecer um pouco da história de cada um, para desvendar um pouco de cada um daqueles rostos.
Foi aí que surgiu a idéia da técnica de integração.
Desenvolvemos a técnica do novelo de lã, onde cada um, após realizar uma fala descrevendo um pouco da sua realidade e seus sonhos, repassava o modelo e uma teia de aranha ia sendo tramada.
Percebi que eels ficaram surpresos ao conhecer a realidade e os sonhos dos colegas.
Percebi muita vontade de aprender e resgatar o tempo perdido...otimizá-lo ao máximo.
Foi uma experiência extremamente interessante! Eu acabei me emocionando. Logo eu, fria que nem água de poço.
Tô muito nervosa. Tenho buscado livros com sugestões de atividades para EJA e pesquisado blog's na internet com atividades desenvolvidas em busca de um norte, uma tranquilidade pro meu coração aflito, que está com medo de não dar conta do estágio e não ser uma boa professora.
Eu confesso que estou em pânico...graças a Deus, eu sei que vai passar.
segunda-feira, 22 de março de 2010
Puro conversê

Oh, eu e a Cris no início do estágio.
Que Deus e os nossos deuses nos ajudem a chegar na maioridade!
Eu e a Cris, minha colega e irmã (já que ambas faremos estágio com EJA) estivemos na Bibloteca Pública Municipal retirando alguns livros para leitura abordando a EJA, jogos cooperativos e educação e mídia.
Fomos em busca de colegas educadoras que tivessem experiência com EJA.
Uma delas emprestou-nos um material utilizado pelo Instituto Integrar (da CUT), que tem uma metodologia baseada em publicações voltadas ao debate de temas que interessam aos trabalhadores. Emprestou-nos também o material criado pelos educadores de EJA juntamente com a coordenação da EJA da SMED para utilização com a turma do Intensivo.
Hoje, visitamos a professora do CME Érico Veríssimo - UEF, que emprestou-nos muitos, muitos livros de EJA, para acalmar nossos corações e aclarar nossas idéias. Tivemos contato com seus alunos, uma analfabeta e dois alfabetizados, que estavam na Biblioteca manuseando livros de seu interesse. Ficaram nos observando com curiosidade e um pouquinho de vergonha. Chegou a ser engraçadinho o jeitinho como nos ohavam. Lá a turminha está pequena. Ela comentou que está com seis alunos na turma e percebi que estava ansiosa para atender um número maior. Foi super atenciosa com a gente e fiquei encantada em perceber o orgulho e amor que ela tem pelo trabalho que desenvolve.
Amanhã eu e a Cris iremos conhecer nossas turmas, conhecer a professora titular e fazer nossas filmagens. Soube que a titular da nossa turma é fantástica! Muito dedicada e experiente, o que me deixou muito feliz. Espero que não se sinta incomodada com a nossa chegada e participação no ano letivo e seja receptiva e incentivadora.
Estou me sentindo com um misto de medo e empolgação.
Há tantas coisas que podem ser feitas com esta turma!
A Feira do Livro vem aí com Carlos Urbim, Martha Medeiros, Tangos e Tragédias e Tholl...
Ai, ai, ai...eu acho que corro o risco de ser infectada pelo vírus da paixonite aguda.
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